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Angola e Guiné Equatorial querem fim da insegurança


O ministro dos Assuntos Exteriores e Cooperação da Guiné Equatorial, Simeon Esono Angue, que foi o portador da missiva, defendeu o reforço da segurança marítima no Golfo da Guiné.



Em declarações à imprensa, no final da audiência, Simeon Esono Angue, recebido na qualidade de enviado especial de Obiang Nguema, lembrou que os Chefes de Estado estão cientes de que a riqueza dos dois Estados está no mar.



“É preciso lutar contra a insegurança no Golfo da Guiné. Aproveitando que estamos aqui, em Angola, para participar na reunião ministerial do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, é preciso reforçar a nossa cooperação”, salientou o ministro dos Assuntos Exteriores e Cooperação da Guiné Equatorial.



A insegurança marítima, acrescentou, deve ser um aspecto fundamental para os dois países. Daí, realçou, ter merecido a atenção do Presidente João Lourenço.



O enviado especial do Presidente da Guiné Equatorial falou da necessidade de os dois Estados, que têm vários acordos de cooperação a nível sectorial, fazerem um esforço conjunto para a sua implementação.



Segundo o ministro dos Assuntos Exteriores e Cooperação da Guiné Equatorial, é preciso identificar outras áreas inscritas na agenda bilateral de diversificação da economia para contrariar, com alguma urgência, o actual quadro económico de Angola e da Guiné Equatorial.



“Neste momento, a nossa cooperação gira em torno da exploração de petróleo e gás, que é, até agora, a base das nossas economias. Apesar disso, e da necessidade de diversificação económica dos nossos países, temos de reforçar a cooperação neste domínio”, defendeu o chefe da diplomacia equato-guineense.



Simeon Esono Angue lembrou que “Angola e Guiné Equatorial são dois países irmãos que optam por cultivar boas relações de amizade e cooperação”.



Jornal de Angola